Investigações do Gaeco apontaram lavagem de dinheiro em empresas de fachada e reais
A Justiça do Guarujá decretou a prisão de nove pessoas apontadas pelo MPSP como líderes de organização criminosa responsável pela exploração de jogos de azar na Baixada Santista e no Litoral Norte, bem como determinou o bloqueio de mais de R$ 35 milhões decorrentes de lavagem de dinheiro. Um dos mandados de prisão foi cumprido nesta terça-feira (29/3).
De acordo com denúncia apresentada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) contra 16 pessoas, a organização, além de explorar máquinas caça-níqueis, também operava, de forma clandestina, com apostas esportivas, controlando mais de 600 pontos nas cidades do Guarujá, de Bertioga, Cubatão, Santos, São Vicente, da Praia Grande, de Mongaguá, Itanhaém, Caraguatatuba, Sorocaba e Porto Alegre (RS).
O produto do ilícito era submetido à lavagem de capitais por meio de empresas de fachada e de outras que efetivamente tinham atividades empresariais, mas misturavam o dinheiro “sujo” com o “limpo”. Durante as investigações, surgiram ainda fortes indícios de corrupção policial, o que será apurado na segunda fase da operação.
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