No processo, a Promotoria traz o caso de diversos servidores municipais de São Sebastião que foram afetados por ordens expressas do atual prefeito no sentido de, por exemplo, enviá-los para trabalhar em locais distantes de suas residências. Esses servidores apoiaram o oponente de Augusto nas Eleições de 2020, o que, para a promotora, configura perseguição política e desvio de finalidade. Um dos servidores citados na ação foi removido para trabalhar a 80 quilômetros de onde mora.
De acordo com a Promotoria, a remoção arbitrária de servidores configura ato de improbidade administrativa. Diante disso, requer a condenação do prefeito de São Sebastião segundo a Lei 8.429/92.
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